HALKA

MÚSICA
9 julho, terça — 21:30


Direção musical
Jan Tomasz Adamus

Halka
Natalia Rubiś
Soprano

Zofia
Michalina Bienkiewicz
Soprano

Jontek
Przemysław Borys
Tenor

Janusz
Sebastian Szumski
Barítono

Marszałek
Marszałek marek
Baixo

Cześnik
Przemysław Bałka
Baixo

Capella Cracoviensis
Coro e Orquestra de Câmara
 

Stanisław Moniuszko (1819-1872)

Halka

[versão de concerto]

Halka ópera em dois atos considerada como a ópera nacional polaca, foi composta por Stanisław Moniuszko e estreada, também em versão de concerto, em Vilnius a 1 de janeiro de 1848. Com libreto do jovem poeta polaco Włodzimierz Wolski, a ópera narra a história do amor trágico de Halka pelo nobre Janusz que a abandona para desposar a filha de um alto dignatário. Esta trama de ciúme e de sacrifício que tantos elogios mereceu do maestro Hans von Bülow, é-nos descrita através de uma música altamente melódica e repleta de lirismo que evoca características genuinamente polacas e que acrescentam à partitura uma ênfase e um encanto deveras especiais.

   
Cofinanciado pelo Ministério da Cultura
e do Património Nacional República da Polónia
Coprodução Embaixada da Polónia

   

BIOGRAFIAS

   

CORO E ORQUESTRA CAPELLA CRACOVIENSIS


Coro e Orquestra Capella Cracoviensis

Agrupamento composto por coro e orquestra, é atualmente um dos mais importantes a nível internacional. O seu repertório é muito diversificado, indo da Polifonia Renascentista às óperas do período Romântico, executadas em instrumentos de época e com encenações de forte cariz histórico. Com o constante apoio do Município de Cracóvia, o agrupamento executa e apresenta os seus projetos ao mais alto nível artístico. É frequentemente convidado a apresentar-se em grandes festivais e importantes salas de espetáculo como Bachfest Leipzig, Schwetzingen SWR Festspiele, Händel Festspiele Halle, Haydn Festspiele Brühl, Opéra Royal Versailles, Theater an der Wien, Helsinki Opera Festival, Concertgebouw Amsterdam, NOSPR Katowice, Szczecin Philharmonic, e em cidades como Bruxelas, Praga, Oslo, Copenhaga, Ghent, Riga, Tallinn, Yerevan, Tbilisi ou Kiev. Convida muito regularmente maestros, concertinos e solistas para os seus espetáculos, entre os quais, Evelino Pidó, Christophe Rousset, Alessandro Moccia, Giuliano Carmignola, Paul Goodwin, Andrew Parrott e Paul McCreesh. A sua discografia inclui Adriano in Siria de Pergolesi para a DECCA que contou, entre outros, com a colaboração de Franco Fagioli, dirigido por J.T. Adamus, os Te Deum de Lully e de Charpentier a convite do agrupamento Le Poème Harmonique, sob a direção de Vincent Dumestre e Motetos de Bach sob a batuta de Fabio Bonizzoni para a ALPHA. Da sua discografia constam algumas versões encenadas de óperas como Amadigi de Gaula de Händel, Le nozze di Figaro, Così fan tutte, Orfeo ed Euridice, bem como alguns projetos especiais encenados, como por exemplo os madrigais de Monteverdi num restaurante, canções corais de Mendelssohn num bosque ou O Sonho de Uma Noite de Verão interpretado por crianças com problemas de visão que fazem de atores e, finalmente, um karaoke do Requiem de Verdi dirigido por Cezary Tomaszewski. É desde 2013 membro da Opera Europa e desde 2017 co-produtor da Opera Rara Festival, cujo diretor artístico é Jan Tomasz Adamus. Um dos maiores sucessos deste agrupamento foi a interpretação da integral das sinfonias de Beethoven com instrumentos históricos, em apenas um dia, em Cracóvia, e com transmissão em direto pela Rádio Polaca. O público num total de 2.300 pessoas pôde apreciar a excelência de 90 instrumentistas, 44 cantores e de maestros como Paul Goodwin, Christophe Rousset, Eivind Gullberg Jensen e Evelino Pido.