DANÇA
25 de julho, quinta-feira — 22:00
26 de julho, sexta-feira — 22:00
27 de julho, sábado — 22:00
Carlos Pinillos
Miguel Ramalho
Vasco Wellenkamp
Eric Volodine, segundo Alexander Gorski
O Festival ao Largo é um importante momento de partilha entre a CNB e o público. Três noites em que a companhia apresenta a diversidade do seu repertório dançada pelos seus excelentes bailarinos. Da dança contemporânea ao bailado clássico, a escolha da programação deste ano recai sobre obras dançadas ao longo da presente temporada.
Sofia Campos
Diretora Artística
Companhia Nacional de Bailado
O pas de deux da varanda do bailado Romeu e Julieta é uma das cenas mais emblemáticas desta obra composta por Sergei Prokofiev a partir da peça de William Shakespeare. É nesta cena que Romeu e Julieta se encontram escondidos dos olhares das suas famílias e fazem juras de amor eterno. São muitas as versões coreográficas de uma partitura e uma história que continua a inspirar coreógrafos em todo o mundo. A convite da CNB, Carlos Pinillos, primeiro bailarino da Companhia, coreografou este dueto para a presente temporada.
Coreografia e figurinos
Carlos Pinillos
Música
Sergei Prokofiev
Estreia absoluta
Lisboa, Dias da Música — Centro Cultural de Belém
Companhia Nacional de Bailado
27 de abril de 2019
West Side Story é uma das grandes referências do cinema musical americano. A coreografia de Jerôme Robins, um dos grandes coreógrafos do século XX nos EUA, criada para a música de Leonard Bernstein tornou-se num marco sendo por isso muitas vezes dançada por companhias de dança americanas. A convite da CNB, Miguel Ramalho, bailarino da Companhia, cria Side Story, uma revisitação inspirada em Robins e Bernstein.
Coreografia e figurinos
Miguel Ramalho
Música
Leonard Bernstein
Edição musical
Gonçalo Andrade
Estreia absoluta
Lisboa, Dias da Música — Centro Cultural de Belém
Companhia Nacional de Bailado
27 de abril de 2019
Inscrever na dança as emoções que a música pode transmitir é uma das grandes características de Vasco Wellenkamp. Em 2008 o coreógrafo português criou para a CNB um dueto no qual deixou-se inspirar pelas emoções transmitidas pelo registo lírico da Langsamer Satz für Streichquartett (Movimento lento para quarteto de cordas) de Anton Webern.
Coreografia
Vasco Wellenkamp
Música
Anton Webern
Langsamer Satz für Streichquartett
Figurinos
Liliana Mendonça
Desenho de luz
Vasco Wellenkamp e Cristina Piedade
Estreia absoluta
Companhia Nacional de Bailado
Lisboa, 8 de abril de 2008
Teatro Camões
O bailado Dom Quixote é um dos grandes legados do coreógrafo Marius Petipa, que estreou em 1869, na Rússia. Em 1900 Alexander Gorski, inspirado em Petipa, apresenta uma nova versão que viria a tornar-se numa referência coreográfica desta obra. Baseado em episódios de Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, é um bailado que alterna entre uma natureza realista e popular, com o mundo de fantasia e sonho, dos quais a segunda cena do II ato e o III ato são exemplo.
Coreografia
Eric Volodine, segundo Alexander Gorski
Música
Ludwig Minkus
Argumento
Inspirado em Marius Petipa e Miguel de Cervantes
Cenografia e figurinos
Alexander Vassiliev
Desenho de luz
Richard Caswell
Estreia na Companhia Nacional de Bailado
(integral) Lisboa, Teatro Nacional de São Carlos
24 de março de 1990

A Companhia Nacional de Bailado foi criada por iniciativa do Governo de Portugal, em 1977. Ao longo das quatro décadas de existência tem apresentado obras de referência do reportório internacional, quer as incontornáveis do dito clássico, quanto as de coreógrafos como Balanchine, De Keersmaeker, Forsythe, Joos, Kylián, Limon, Van Manen ou Spöerli. Paralelamente tem apostado em encomendas geradoras de uma identidade própria, com especial destaque nos convites a autores portugueses como Armando Jorge, Olga Roriz, Rui Lopes Graça, Vasco Wellenkamp, Rui Horta, Fernando Duarte, Tiago Rodrigues, Victor Hugo Pontes ou Tânia Carvalho. A interligação com distintas áreas da criação artística tem sido, também, uma preocupação de muitas dessas encomendas envolvendo importantes nomes da música, teatro, cinema ou artes plásticas e aproveitando a versatilidade de um elenco, atualmente dirigido artisticamente por Sofia Campos. O desenvolvimento de relações com outras estruturas de criação tem sido também privilegiado como o provam colaborações com as principais orquestras portuguesas e conceituados maestros e instrumentistas nacionais e estrangeiros.